Eixo E · Prevenir e reparar

Gestão de Riscos e Reparação de Desastres

Prevenir, responder e reparar

Direito de Desastres aplicado à prevenção, à prontidão e à condução de programas de reparação integral, com participação das pessoas atingidas.

Serviços

4 serviços neste eixo

Cada proposta é dimensionada conforme a organização, o território e o momento. Abra um serviço para ver o que inclui e o que é entregue.

Prevenção, Prontidão e Resposta a DesastresGestão de Riscos e DesastresPlanos de contingência e prontidão institucional voltados à proteção de vidas e de direitos em emergências e incidentes socioambientais graves.
Para quem
Comitês de crise, diretorias de operações industriais, segurança de barragens, saúde e segurança (SSMA), jurídico e comunicação.
Formato
Projeto em três etapas: diagnóstico, desenho da governança de prontidão e exercícios simulados.

O que inclui

  • Revisão dos planos de emergência e contingência sob a ótica da proteção de direitos
  • Fluxos de comando e articulação com autoridades públicas e defesa civil
  • Protocolos de comunicação imediata e acolhimento humanizado de pessoas atingidas
  • Desenho e facilitação de exercícios simulados de tomada de decisão

Entregas

  • Plano integrado de resposta e prontidão
  • Manual do gabinete de crise, com protocolos e matriz decisória
  • Relatório de lições do exercício simulado, com plano de aprimoramento

Diferencial da Jornadas. Direito de Desastres aplicado à gestão operacional, para uma resposta ágil orientada à proteção das pessoas afetadas.

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Reparação Justa: Estruturação e AssessoriaGestão de Riscos e DesastresApoio técnico no desenho, na revisão e na governança de programas de reparação integral, socioeconômica e socioambiental: indenizações, reassentamentos e reconstrução.
Para quem
Empresas partes em acordos judiciais ou termos de ajustamento de conduta (TAC), fundações de reparação e diretorias jurídicas e financeiras.
Formato
Assessoria continuada ao programa de reparação ou projetos por eixo temático.

O que inclui

  • Critérios de elegibilidade, categorias de dano e parâmetros indenizatórios
  • Fluxos transparentes para análise de cadastros e pagamentos
  • Mecanismos de conciliação e diálogo com o sistema de Justiça e com assessorias técnicas independentes (ATIs)
  • Governança de cronogramas, custos e indicadores de reparação

Entregas

  • Matriz de critérios e fluxograma dos programas indenizatórios
  • Protocolos de atendimento e de resolução de controvérsias individuais e coletivas
  • Painel de acompanhamento físico-financeiro e de resolução de casos

Diferencial da Jornadas. Experiência executiva dos sócios na gestão de programas de indenização e de direitos humanos na reparação da bacia do Rio Doce.

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Observatório da ReparaçãoGestão de Riscos e DesastresAcompanhamento independente de metas, efetividade e percepção das comunidades em programas continuados de reparação de danos.
Para quem
Conselhos deliberativos, diretorias de reparação, comitês de governança e auditorias externas.
Formato
Serviço analítico permanente, com relatórios periódicos.

O que inclui

  • Indicadores vinculados ao restabelecimento das condições de vida
  • Coleta periódica de dados de campo e escuta qualificada das pessoas atingidas
  • Identificação de gargalos, retrabalhos e riscos de novos conflitos
  • Informes regulares para prestação de contas às partes dos acordos

Entregas

  • Painel com indicadores de restabelecimento, andamento financeiro e percepção comunitária
  • Relatórios trimestrais com riscos e recomendações
  • Sínteses para conselhos e auditorias

Diferencial da Jornadas. Indicadores centrados no restabelecimento efetivo de direitos e das condições de vida, além dos números de desembolso.

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Memória, Não Repetição e Lições AprendidasGestão de Riscos e DesastresSistematização de aprendizados após crises e incidentes graves, para consolidar salvaguardas institucionais e estruturar medidas de não repetição.
Para quem
Conselhos de administração, comitês de risco e conformidade, alta liderança e diretorias de operações.
Formato
Projeto pós-incidente em três fases: investigação, sistematização e plano de transição cultural.

O que inclui

  • Análise das causas profundas, falhas de barreira e lacunas de decisão
  • Salvaguardas e redesenho de controles operacionais críticos
  • Registro transparente de lições aprendidas para a cultura da organização
  • Compromissos públicos mensuráveis de não repetição

Entregas

  • Relatório de lições aprendidas e causas sistêmicas
  • Matriz de medidas de não repetição com indicadores de verificação
  • Documento de memória institucional

Diferencial da Jornadas. Leva à gestão corporativa o princípio de não repetição, reconhecido no direito internacional dos direitos humanos.

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